terça-feira, 30 de setembro de 2008 @ 23:48,
História,
FESOFAP,
HISTÓRIA DA SOFAP
Em 1948, o Pastor João Augusto da Silveira, pioneiro da igreja, observando o empenho das mulheres no trabalho, as autorizou a organizar uma sociedade de mulheres na pessoa da irmã Zilda Ferreira Ribeiro, que já tinha iniciado sua carreira na igreja dentro do setor musical, pois, como organista e regente, começou com ensaio de conjuntos e solistas para embelezamento dos cultos e aprimoramento da adoração ao Senhor. Ela também tomou a dianteira na formação de classe infantil na Escola Bíblica. Era uma professora dedicada, dinâmica e responsável.
Na direção da irmã Zilda, iniciou-se, de forma oficial, os trabalhos da sociedade feminina, como o nome de Sociedade das Dorcas. Mulheres como: Izilda Silveira, Sílvia da Silveira, Maria José Peu, Gersonita Peu da Silva, Maria da Penha Muniz, Luiza Cavalcante, Dolores Corrêa, Aparecida Corrêa Soares, Dorcas Goulart, Nairá Cardoso, Juvelina Moraes, Coleta Ferreira, Rosalina Gouvêa, Isabel R. da Silveira, Sebastiana Corrêa e tantas outras, através desta primeira formação, deram impulso ao trabalho feminino da IAP.
O propósito inicial dessa sociedade era a filantropia, isto é, ajudar os necessitados da igreja. Elas se dividiam em grupos de costura, de alimentos, de oração, de visitação, e assim por diante.
É importante lembrar dessas mulheres valorosas que, além de terem sido membros ativos da igreja, buscavam mais formas de servir melhor ao Mestre. As mulheres desta primeira sociedade se uniram para um objetivo nobre. Elas trabalhavam para ajudar no crescimento da igreja, visando o bem-estar social, intelectual e, principalmente, espiritual de suas companheiras. O nome Dorcas tinha um grande significado para aquelas irmãs, pois era o nome de uma personagem bíblica, que tinha sido um exemplo de que, com muito pouco, era possível auxiliar os menos favorecidos. Ela costurava. E diz a Palavra, que ela costurava túnicas para os necessitados, fazendo assim, uma obra de amor (At 9:36-39).
Algum tempo se passou e as sociedades foram sendo implantadas nas congregações que iam se formando. O nome já não mais parecia traduzir o que se passava no coração das pioneiras, então, achou-se por bem, mudá-lo para Sociedade Auxiliadora Feminina, não antes de batalharem pelo nome de Esforço Cristão Feminino (Ata n° 28 de 1954). Outras mulheres foram se agrupando, e, assim foi crescendo o trabalho, para a glória do Senhor.
Uma outra mudança de nome para Sociedade de Senhoras aconteceu, e assim permaneceu até 1956, quando algumas irmãs, já com uma visão diferente do trabalho a ser realizado, e de acordo com as lideranças maiores, resolveram mudar o nome para Sociedade Feminina, pois compreendiam que seria importante a integração, neste trabalho, de jovens a partir dos doze anos de idade. Assim fazendo, foi em muito, aumentada a possibilidade da participação das mulheres na organização feminina da IAP. O movimento Adventista da Promessa foi crescendo e, concomitantemente, as Sofap’s também.
FESOFAP
Em 20 de julho de 1966, a Assembléia Geral do Presbitério, sob a presidência do Pr. Miguel Corrêa, aprovou a organização da Fesofap – Federação das Sociedades Femininas Adventista da Promessa – com o objetivo de coordenar o trabalho feminino da igreja. A primeira presidente foi a Dsa. Dulcides Vieira Corrêa.
RESOFAP
Com a divisão da igreja em regiões, as Sofap’s também foram agrupadas em Resofap’s – Regionais das Sociedades Femininas Adventista da Promessa – a fim de facilitar o trabalho e o atendimento. A primeira Resofap a ser formada foi a Leste, na Região do Rio de Janeiro, em 30 de janeiro de 1970, sendo eleita como presidente a Dsa. Juracyr da Silva Oliveira.
HINO – MOTO OFICIAL – REVISTA “O CLARIM”
No II Congresso da Fesofap, em 1971, na direção da então presidente, Dsa. Santina de Oliveira Dalanora, foi escolhido o hino n° 10 do Brados de Júbilo, como hino oficial da Sofap. O moto Oficial, o versículo 17 do Salmo 90, foi sugerido pela Dsa. Agripina de Paula, através da Sofap de Vila Formosa, São Paulo, SP, e aprovado neste congresso. A Revista “O Clarim” também foi oficializada neste congresso, como a revista feminina na IAP.
LEMA OFICIAL DA SOFAP – HINO OFICIAL DE CONGRESSOS
No III Congresso da Fesofap, em 1972, ainda na presidência da Dsa. Santina de Oliveira Dalanora, foi aprovado o lema oficial permanente da mulher promessista: VIVER PARA SER BÊNÇÂO. Nesta ocasião também foi escolhido o hino n° 189 do Brados de Júbilo como hino oficial a ser cantado em todos os Congressos da Fesofap e das Resofap’s.
BANDEIRA E DIA OFICIAL DA SOFAP
O IV Congresso da Fesofap, em janeiro de1974, na presidência da Dsa. Gersonita Peu da Silva, foi oficializada a Bandeira da Sofap e o 2° sábado de novembro como o Dia da Sofap (art. 176 do Estatuto da IAP).